Vejo as dificuldades da vida como um convite de Deus para “ir além”, para crescer em qualidade humana e espiritual, numa escalada do bom para o melhor?
Encaro os meus ideais familiares, profissionais e sociais como uma missão? Procuro realizá-los com generosidade e alegria? Deixo para trás a tentação de me acomodar, de me encolher quando a caminhada se torna áspera?
Cumpro os meus deveres como quem carrega um fardo, ou como quem aspira a alcançar cada dia uma maior perfeição, passando por cima das desilusões, das incompreensões, da ingratidão?
Quando surgem os obstáculos, procuro “interpretar” o que Deus me diz através deles? Concretamente, que virtudes me pede nesses momentos difíceis?
Percebo que as minhas inconstâncias, muitas vezes, “denunciam” os defeitos que barram o meu progresso cristão, e que me deixam morno e estagnado?
Sou um “derrotado prévio”, isto é, alguém que se rende e se dá por vencido antes de ter combatido? Por que “largo as armas” (as virtudes difíceis) tão facilmente? Se conseguisse responder a isso, conheceria melhor as fraquezas que devo vencer.
Queixo-me com frequência dos problemas da vida? Suspiro por uma vida mais fácil? Não compreendo que aquele que muito se queixa revela falta de vigor de alma, de ideais, de coragem?
Enfrento com confiança em Deus, o obstáculo das minhas próprias faltas? Procuro levantar-me logo das minhas quedas, pedir ajuda ao Senhor, e continuar a luta com mais brio?
Compreendo que, para uma alma decidida e perseverante, não há fracassos; e que é verdadeira esta afirmação de Caminho: “Não fracassaste; adquiriste experiência. Para a frente!”?
Agradeço a Deus as contrariedades que Ele permite para limpar e fortalecer a minha alma?
Conclusões (Procure tirar suas conclusões e anotá-las)
Fonte: https://padrefaus.org/

